30 de nov de 2007

PJ

Há exatos dois anos e dois dias, tive a oportunidade de presenciar um dos maiores acontecimentos da minha curta existência: Pearl Jam em Porto Alegre. Foi uma experiência única assistir a banda que fez parte da minha vida desde a adolescência e que amadureceu junto comigo ali, na minha frente, tocando músicas que foram trilha sonora da minha vida, que foram músicas do mês, que são parte de mim. Foram duas horas em que milhares de pessoas cantavam e gritavam TODAS as músicas, em inglês, mesmo que fosse no enrolation, e em que todos os que estavam lá compartilhavam do mesmo sentimento, da mesma emoção, enquanto a banda mais interessante da atualidade (há quinze anos!) fazia o que sabia: nos emocionava com suas canções. Para os desafortunados que não estiveram lá - e para os mais desafortunados ainda que não conhecem Pearl Jam -, um trecho desse post do André, do Cataclisma 14, e três registros educativos do melhor show da minha vida, em que saí sem voz alguma:

"Soam os acordes, as notas, e a gente chega a explodir por dentro, pois a intensidade do momento é tanta que ele simplesmente te envolve e te transforma em emoção pura. E um dia, quando o pessimismo for a religião do mundo, eu poderei me levantar e dizer 'sonhar é uma coisa boa - se vocês duvidam, eu tenho a prova: dia vinte e oito de novembro do ano de dois mil e cinco'. Porque não existe sensação melhor no mundo do que cantar com o coração na boca."

Vídeo roubado do Cataclisma 14 (Yellow Ledbetter), que mostra a lotação do Gigantinho:



Durante Alive, catarse coletiva:



Jeremy, sem palavras. A música começa mesmo depois de 1:45. Destaque pro "uôôôôôôô" da platéia, aos 5:20, mais ou menos:


Um comentário:

André disse...

Eu fui \o/

E tenho o bootleg do show \o/

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